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ASA

organizar antes de voar

A viagem começa muito antes do embarque.

Em Lisboa desde 2004

A ASA nasceu de uma pergunta incómoda: porque é que quase todas as viagens se parecem umas com as outras? Há vinte anos que respondemos da mesma maneira — sentamo-nos consigo, ouvimos aquilo que ainda não sabe dizer, e desenhamos um percurso que só faz sentido para si.

Não vendemos destinos. Vendemos o tempo que vai passar neles: a manhã em que acorda cedo sem despertador, o restaurante que não estava no plano, o voo de regresso em que já vai a pensar no próximo.

Quatro viajantes a rir à volta de um mapa de papel aberto, numa praça ao fim da tarde.

Cinco sítios onde estivemos primeiro.

As fotografias são nossas, tiradas em viagens de reconhecimento. Os itinerários também.

LISMLE

Vista aérea de uma ilha estreita das Maldivas, com um pontão e um pavilhão sobre a água a separarem a laguna turquesa do azul-escuro do oceano.

Maldivas

Uma escala e dez horas até Malé. O mar está no seu melhor de Novembro a Abril.

Um país feito quase só de água: mil e duzentas ilhas de coral espalhadas por vinte e seis atóis, raramente a mais de dois metros acima do mar. O último troço faz-se de hidroavião e é meia viagem — vinte minutos a ver a laguna mudar de tom por baixo dos pés. Depois o dia passa a medir-se pela maré: mergulho ao nascer do sol, com a água ainda lisa e as tartarugas a comer no recife; o resto é o banco de areia e mais nada.

LISFCO

Roma vista de cima: o Coliseu no meio dos telhados cor de tijolo, com o Fórum aberto a um lado e as montanhas ao fundo.

Roma

Três horas de voo directo. Abril, Maio, Junho e Setembro são os meses certos; em Agosto a cidade fecha metade das portas.

Três mil anos empilhados sem ordem nenhuma: um templo romano transformado em igreja, uma fonte barroca encostada a um palácio, o Coliseu ao fundo de uma rua qualquer. Vista de cima é isto — telhados cor de tijolo até onde a vista chega e o Fórum aberto a meio, como uma pedreira. Comece às sete da manhã, antes dos autocarros, com a pedra ainda fria. O fim do dia é do outro lado do Tibre, em Trastevere, onde se janta depois das nove.

LISDPS

O vale de Ubud ao anoitecer, com palmeiras altas e um pavilhão de colmo iluminado por baixo dos terraços.

Bali

Duas escalas e quase um dia de viagem. A estação seca vai de Abril a Outubro; Maio, Junho e Setembro dão a mesma ilha com menos gente.

A ilha tem duas metades e vale a pena conhecer as duas: o sul das ondas, das praias e das falésias, e o interior de Ubud, onde o vale desce em terraços de arroz e há um templo ao fim de cada caminho. Ao anoitecer acendem-se os pavilhões de colmo por baixo das palmeiras e ouve-se um gamelão a ensaiar ao longe. As oferendas de flores que aparecem às portas de manhã não são para turista ver: acontecem à mesma, todos os dias, e é isso que faz a diferença.

LISGIG

O Rio de Janeiro visto do alto, com a enseada de Botafogo cheia de veleiros e o Pão de Açúcar a fechar a entrada da baía de Guanabara.

Rio de Janeiro

Pouco mais de nove horas, sem escalas. De Setembro a Março para o calor; o Carnaval cai entre Fevereiro e Março e reserva-se com meses de antecedência.

Poucas cidades se explicam tão bem de cima. Daqui vê-se a enseada de Botafogo cheia de veleiros, o Pão de Açúcar a guardar a entrada da baía de Guanabara e a floresta a descer pelos morros até aos prédios — a Tijuca é uma das maiores matas urbanas do mundo e começa a dez minutos do centro. Suba cedo, antes de a neblina fechar o Corcovado, e guarde a tarde para Ipanema: o pôr do sol no Arpoador é aplaudido de pé, todos os dias, por quem já o viu mil vezes.

LISCDG

Os telhados de zinco de Paris vistos do terraço das Galeries Lafayette, com a Torre Eiffel ao longe.

Paris

Duas horas e meia, sem escalas. Maio e Junho, ou Setembro e Outubro: dias longos e sem o calor de Agosto.

Do terraço das Galeries Lafayette vê-se aquilo que Paris tem de mais seu: quilómetros de zinco cinzento, chaminés às dezenas e a Torre Eiffel ao fundo, mais pequena do que se esperava. É uma cidade para caminhar — do Marais ao Sena, do Sena ao Quartier Latin — e é nas paragens que ela acontece: um café ao balcão, meia hora numa livraria, um jardim a meio da tarde. Um museu por dia, à hora de abrir, e ainda sobra tempo para a cidade.

O que muda quando trabalha connosco.

Um consultor, do princípio ao fim

A mesma pessoa que desenha a viagem é quem atende o telefone quando são três da manhã em Tóquio.

Itinerários feitos de raiz

Não temos pacotes em prateleira. Cada percurso nasce de uma conversa e é escrito à sua medida.

Assistência em qualquer fuso horário

Voo cancelado, mala perdida, plano B. Tratamos disso antes de lhe estragar o dia.

Portas que não se abrem online

Vinte anos a construir a agenda: hotéis, guias e mesas que não aparecem nos motores de reserva.

Conte-nos onde quer acordar.

Ligue ou escreva-nos. Respondemos em menos de 24 horas, com o nome e o telefone directo de quem vai tratar da sua viagem.

Escritório

Rua Rodrigues Sampaio 41, 2.º
1150-278 Lisboa

Horário

Segunda a sexta, das 10h às 19h.
Sábados por marcação.